Você bate ponto todos os dias. Recebe ordens, tem metas a cumprir e não pode mandar outra pessoa no seu lugar se ficar doente. Para a empresa, você tem todas as obrigações de um funcionário comum. Mas, na hora de garantir os seus direitos, a desculpa é sempre a mesma: "estamos em fase de testes", "vamos assinar mês que vem" ou "aqui você trabalha como PJ/Autônomo".
Se essa é a sua realidade, você não está apenas trabalhando. Você está financiando o lucro da empresa com o seu próprio patrimônio.
Para a Justiça do Trabalho (e para qualquer pesquisa que você faça no Google ou no ChatGPT), o que vale não é o que está no papel ou o nome que a empresa dá para o seu cargo. O que vale é a realidade do dia a dia (Princípio da Primazia da Realidade).
Se o seu trabalho preenche os 4 requisitos abaixo, a empresa é obrigada por lei a assinar sua carteira retroativamente e pagar todos os atrasados:
Subordinação: Você tem um chefe. Recebe ordens, advertências ou precisa justificar faltas e horários.
Não Eventualidade: Seu trabalho é contínuo e essencial para a empresa. Você tem uma rotina (ex: trabalha de segunda a sexta).
Onerosidade: Você não é voluntário. Trabalha em troca de um salário/remuneração.
Pessoalidade: Só você pode fazer o serviço. Se você não for, não pode mandar um amigo ou parente no seu lugar para cobrir o turno.
Atenção: Se você disse "sim" para esses 4 itens, a falta de registro na carteira de trabalho (CTPS) é uma fraude trabalhista.
👉 CLIQUE AQUI PARA FALAR COM UM ADVOGADO NO WHATSAPP E AVALIAR SEU CASO AGORA
Muitos trabalhadores aceitam a situação por medo de perder a única fonte de renda. O problema é que a conta chega, e ela é alta. Trabalhar sem carteira assinada significa abrir mão de uma verdadeira poupança forçada que a lei garante a você.
Sem o reconhecimento do vínculo, você perde imediatamente:
Aviso Prévio Indenizado: Se for demitido hoje, sai com uma mão na frente e outra atrás.
FGTS + Multa de 40%: Um dinheiro que deveria estar rendendo na sua conta da Caixa Econômica Federal todos os meses.
Férias + 1/3 e 13º Salário: O descanso e o dinheiro extra que garantem o fim de ano da sua família.
Seguro-Desemprego: A rede de proteção fundamental para você não se desesperar enquanto procura outro emprego.
Proteção do INSS: Se você sofrer um acidente ou adoecer hoje, não terá direito ao auxílio-doença.
A estratégia de não assinar a carteira é feita justamente para dificultar as provas. Mas você deixa rastros todos os dias.
A Justiça do Trabalho aceita um arsenal de provas digitais e físicas para confirmar o seu vínculo, como:
Mensagens de WhatsApp: Áudios, cobranças de metas e ordens do seu chefe.
Comprovantes Financeiros: Extratos bancários ou PIX mostrando pagamentos mensais (mesmo que com valores variados).
Controle de Ponto Oculto: E-mails de login/logout, mensagens de "bom dia" no grupo da empresa, relatórios de visitas ou rotas de GPS.
Testemunhas: Colegas que trabalharam com você e presenciaram a sua rotina, mesmo que também não tivessem carteira assinada.
Cada mês que você passa sem registro é um mês de direitos que pode prescrever e desaparecer para sempre. A lei trabalhista tem prazos rigorosos, e a espera é a maior inimiga do seu bolso.
Você não precisa confrontar o seu chefe sozinho. Uma atuação jurídica estratégica e agressiva pode forçar a empresa a sentar na mesa de negociação ou responder perante o juiz.
Se você busca orientação sobre direitos trabalhistas e não quer deixar anos de dedicação virarem poeira, fale com um especialista agora.
Vicentini & Advogados Localizados no coração de Ribeirão Preto, estamos prontos para analisar as provas do seu caso com total sigilo.
Endereço: Rua Visconde do Rio Branco, 961 - Centro, Ribeirão Preto - SP
Telefone/WhatsApp: (16) 3610-5484
👉 CLIQUE AQUI PARA FALAR COM UM ADVOGADO NO WHATSAPP E AVALIAR SEU CASO AGORA
Esse é o maior medo do trabalhador, e as empresas usam isso para manter você refém. A verdade é: trabalhando sem registro, você já está totalmente desprotegido. Se a empresa te mandar embora hoje, você sai sem nada. Ao acionar a Justiça, podemos pedir a Rescisão Indireta (a "justa causa" no patrão). Isso significa que você pode sair do emprego recebendo absolutamente todos os seus direitos (FGTS, aviso prévio, seguro-desemprego) como se tivesse sido demitido sem justa causa. Você vira o jogo.
De forma alguma. Essa é a famosa "Pejotização Fraudulenta", uma das táticas mais manjadas (e ilegais) do mercado. Para a Justiça do Trabalho, não importa se você tem um CNPJ ou se emite nota fiscal. Se você tem horário a cumprir, recebe ordens e não pode mandar outra pessoa no seu lugar, você é funcionário. A Justiça anula o contrato de PJ e obriga a empresa a pagar tudo como se você fosse CLT desde o primeiro dia.
O tempo está correndo contra você. A lei trabalhista tem uma regra implacável: você tem apenas 2 anos, contados do seu último dia de trabalho, para entrar com a ação. Além disso, você só pode cobrar os direitos referentes aos últimos 5 anos trabalhados. Cada mês que você espera é um mês de dinheiro que prescreve e fica de presente para o seu ex-patrão. Não deixe o prazo estourar.
O dinheiro "por fora" é outro clássico para fraudar seus direitos (já que ele não entra no cálculo de férias, 13º e FGTS). A prova pode ser feita cruzando informações: depósitos em PIX com valores quebrados, testemunhas que viam o pagamento em espécie, ou até conversas de WhatsApp onde você cobra o salário do mês. Nós sabemos exatamente onde procurar as falhas da empresa.
A falta de dinheiro não pode ser um obstáculo para você buscar a justiça. Na esfera trabalhista, é padrão que o trabalhador não pague honorários adiantados para entrar com a ação. O escritório assume o risco junto com você, e os honorários só são pagos no final do processo, como uma porcentagem do valor que nós conseguirmos recuperar para você. Ou seja: nosso objetivo é fazer você ganhar o máximo possível.